Skip to main content
Category

Mercado

Análise do consumo pós-pandemia e como sobreviver a ele

Começa a haver indícios da retomada da economia, mas há importantes pontos de atenção para as empresas de serviços e varejo.

A pandemia do coronavírus perdura trazendo suas consequências, no bolso e na mente do brasileiro, ditando uma nova realidade pautada pelo isolamento e pela incerteza, e criando um novo perfil de consumidor: mais ansioso, mais imediatista e que busca priorizar a satisfação pessoal.
Apesar da crise que se instalou na economia, a vacinação vem trazer alento e um voto de esperança para a retomada da economia. De qualquer maneira, suas circunstâncias acabaram refletindo muito no comportamento das pessoas, com tendências que vêm desenhando um cenário do consumo no pós-pandemia.
Abaixo, relacionamos algumas dessas tendências que observamos como promissoras e importantes pontos de atenção para as empresas de serviços e varejo

1 – Geração Hiperconectada

Com todas as mudanças impostas na rotina, acelerando a digitalização generalizada, agora passamos para uma geração de consumidores hiperconectados. Isso significa que as pessoas agora priorizam o digital como meio para consumir, se relacionar e se divertir.

Outro ponto curioso são os 60+, faixa etária que foi destaque no aumento em compras online, cerca de 71% deles fizeram compras via smartphone em 2020, segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Ainda de acordo com a pesquisa, 88% dessa faixa etária são os responsáveis pelo controle das finanças de suas famílias e são os decisores de compra. Ou seja, é preciso estar atento a este público que é novo para o online e focar em estratégias que abracem – ou até priorizem – este público poderoso.

2 – Priorização da saúde mental e satisfação pessoal

6 em cada 10 jovens relataram ter sentido ansiedade e feito uso exagerado de redes sociais durante a pandemia. Agora, eles dizem buscar priorizar a saúde mental e satisfação pessoal. Para o setor de consumo, isso se traduz numa maior busca por produtos e serviços focados no bem-estar, saúde e lazer.
No turismo, já se fala que viagens de negócios irão representar uma parte menor das vendas para companhias aéreas e que as viagens a lazer deverão ser o foco. O mesmo se aplica para os hábitos de consumo que já estão começando a ser mais pautados num estilo de vida mais saudável e sustentável

 

3 – Responsabilidade Social e sustentabilidade pautando o consumo

Outro ponto a destacar é o olhar mais responsável que as pessoas passaram a ter sobre suas compras. Inúmeras pesquisas mostram que os consumidores atuais preferem empresas que possuem políticas de responsabilidade social, que apoiem ONGs e se preocupem com a sustentabilidade desde o processo de produção, prezando pela conduta das organizações na pandemia e em prol da sociedade no geral.

Um estudo do Capgemini Research Institute apontou que 79% dos consumidores dizem estar mudando as suas preferências de compra com base nesses critérios de responsabilidade social, inclusão e impacto ambiental das marcas. Assim, além dos consumidores, a pandemia também despertou nas próprias empresas essa consciência de entregar valores, entender seu papel na sociedade, reforçando o papel das empresas de atores sociais importantes.

4 – Consumo sem Rótulos

Motivados a comprar produtos da forma que bem entenderem, de acordo com os próprios gostos, sem distinções por sexo por exemplo.

5 – Consumo inteligente visando mais benefícios e descontos

Consumidor mais atento, pesquisando mais e priorizando locais que ofereçam vantagens, descontos e benefícios.
Empreendedores e empresários devem estar atentos aos programas de fidelidade, que oferecem esse tipo de atratividade para o seu negócio, auxiliando também na captação de novos clientes e no aumento sustentável das vendas. Essas ferramentas fornecem dados valiosos para o crescimento do negócio e para o planejamento estratégico da empresa.

6 – E-commerce Cross Border
5% dos brasileiros estão comprando mais em sites e aplicativos estrangeiros, principalmente da China. Por isso é importante estar de olho nesta concorrência que vem ganhando cada vez mais espaço. Segundo a pesquisa feita em parceria com a OpinionBox, o tíquete médio das compras dos brasileiros em sites ou aplicativos estrangeiros foi de R$482,00, representando 7% a mais do que o valor registrado no e-commerce brasileiro. Apostar em ofertas especiais e isenção de frete para consumidores fidelizados, por exemplo, podem ser boas alternativas para não perder espaço e incentivar a recorrência de compra.

 

Agora me conta, quais principais insights esta leitura trouxe a você e seus negócios? Como podemos repensar e implementar novas estratégias que estejam alinhadas às novas necessidades do consumidor?

 

Fonte e adaptação: https://www.meioemensagem.com.br/home/opiniao/2021/07/26/cenario-do-consumo-pos-pandemia-e-como-sobreviver-a-ele.html

Por que minha empresa não vende como antigamente?

Na atual situação, o empresário que não sentiu uma queda no faturamento, que atire a primeira pedra.

A falta de vendas (ou a queda) pode ser atribuída à uma série de fatores.
Muito se fala em crise. Muito se culpa o mercado externo.
Sinto dizer: Se sua empresa não está vendendo, está na hora de mudar alguma coisa.
Preocupados com sua empresa, empresários vem adotando diversas estratégias para contornar essas dificuldades. Mas e você, o que têm feito para mudar isso?
Toda mudança, para ser percebida com valor pelo consumidor, têm que ser de dentro pra fora.
É hora de fazer um pente fino. Vamos olhar pra dentro.

Aqui vão algumas dicas que podem ajudar a detectar pontos de melhorias internas:

  • Seja seu próprio consumidor
    A imagem que o empresário e os funcionários podem ter da empresa, nem sempre correspondem ao que o mercado tem. Faça pesquisas, pergunte, converse com seu consumidor e analise o que possa estar acontecendo. Será que teve alguma experiência ruim? Será que não encontrou o que estava procurando? Será que a empresa está com fama de cara? Levante dados e faça mudanças estratégicas que correspondem os anseios do consumidor.
  • Motive seus colaboradores
    Demonstre que, mesmo com demissões de colegas, não precisa ficar assustado. Da mesma forma que pessoas foram escolhidas para fazer parte do corte e demissões, ele também foi escolhido, mas para ficar e fazer a empresa crescer. Isso é valioso, ele se sentirá mais motivado e especial. Deixe-o saber da importância que tem para a empresa.
  • Aprenda com seus concorrentes
    Aqui vale a máxima: Aprenda com o erro dos outros.
    Mas vamos além: Aprenda também com os acertos.
    Olhe ao redor, o que seus concorrentes estão fazendo de certo? O que estão fazendo de melhor? O que a multinacional do segmento está implementando? Viaje, visite lojas, aprenda com os grandes, anote tudo. O bom e o ruim.
    Depois, trace as estratégias e mãos à obra.Lembre-se: Primeiro arruma-se a casa, depois receba a visita.

__________________

Gostou do conteúdo? Tem dúvidas, críticas ou sugestões? Fale conosco, estamos aqui.

o3@agenciao3.com.br